Caminhos de deambulações etnográficas, poético, de profético e patético... há Santiago: de vizinhança, de memória, de construção e de recriação. Tudo na ação de saudade dos tempos idos!
Diaxi Balotelil! Vou chamar
Funa e Nana porque a festa é rija. O palco já esta montado com a Luluxa no
terrero. “Ah na mundu di dios… sabura toma tchada”, confessa o Funa. Baloteli
dança no compasso de batuco até o sol raiar. Sumara Balotelli + 1 e 2 e … Diaxi nho!
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